Opinião: Cristiane Vöhringer CCZ.
20 de novembro de 2009 | por Stachon | Publicado em Atendimento
Texto completo enviado por Cristiane Vöhringer da CCZ para o GPA. Recado aos veículos.
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Olá Equipe GPA!
Em primeiro lugar, parabéns pela iniciativa e pelo evento de lançamento! Desejo muito sucesso!
Vislumbrando o desenvolvimento potencial que o trabalho do GPA poderá proporcionar ao mercado paranaense, gostaria de deixar uma pequena participação, sugerindo um tema pontual para ser abordado no decorrer: o papel dos profissionais de atendimento dos veículos de comunicação.
A disputa por uma fatia da verba do anunciante está cada vez mais acirrada. Em mercados como o paranaense, o bolso do cliente é um só e tem tamanho restrito, logo, não há concorrência delimitada quando fala-se em ações de marketing. E a cada poucos meses, surgem mais canais.
Este é o cenário, seja o veículo mais clássico ou inovador. Cabem aqui questões como a reinvenção dos negócios, a adaptabilidade, a inclusão da tecnologia, a sintonia com as tendências do mercado.
Assim como o atendimento de agência teve sua maturação (registrada pelo Boralli na palestra), as mudanças do mercado exigiram (e vem exigindo) uma evolução do profissional representante do veículo. Mesmo numa esfera menor, o próprio entendimento do planejamento está presente, vez que cabe ao executivo dominar seu serviço e entender de negócios para poder levar oportunidades direcionadas.
Outra realidade é a venda com sentido de consultoria. Ouvir o cliente e ter os serviços moldados a partir das necessidades do mercado já é até clichê. Porém, quando colocamos esta questão na área da comunicação, o tema torna-se mais delicado.
O trabalho dos atendimentos de veículos é orientado pelas filosofias comerciais das empresas, que dependem mais da mentalidade de seus gestores do que do porte delas. Por exemplo, quando a ânsia pelo faturamento é maior que a preocupação em ser parte da solução de comunicação do anunciante alinhada com seu posicionamento, cria-se um pelotão de executivos pressionados que assumem posturas e caminhos tortos em busca de pedidos. É a venda pela venda, que a médio prazo, não se sustenta. Afinal, por trás de um anúncio em um meio existe uma estratégia que monitora resultados.
Por fim, ainda temos o desafio dos relacionamentos, onde o ideal seria constituirmos um canal para que, tanto o veiculo consiga levar suas boas idéias como para a agência, tê-lo como parceiro de projetos.
Obs.: Atuei 10 anos no depto. comercial de veículos de comunicação aqui em Curitiba por isso faço esta sugestão de assunto, como uma formação / reciclagem para os profissionais.
Atenciosamente,










